" E Naquela terra encharcada e fumegante, naquela umidade quente e lodosa, começou a minhocar,a esfervilhar,a crescer, um mundo,uma coisa viva,uma geração que parecia brotar espontâneo,ali mesmo,daquele maneiro,e multiplicar-se como larvas de esterco". Esse é um trecho representativo do que se encontra em toda a obra naturalista, que tem por objetivo demonstrar que o ambiente determina o comportamento do ser humano.
Enredo: João Romão, português, trabalhava de empregado para outro português que nunca pagara por seus serviços. Quando o português retorna para sua terra deixa para João Romão uma venda e um conto e quinhentos em dinheiro. Em seguida João Romão conhece Bertoleza, forja uma carta de alforria para a mesma, libertando-a do pagamento de vinte mil-réis e dinheiro. A partir daí João Romão passa a "administrar" as economias de Bertoleza.
João Romão comprara uma pedreira e ambicionava enriquecer, ao passo que construíra uma estalagem, "O Cortiço, com 95 casinhas, onde vivia gente de toda espécie-portugueses, brasileiros, italianos. Neste ambiente, os indivíduos vivem à mercê dos seus instintos, comportando-se, às vezes, como animais, comprovando a tese do Determinismo, ambiente de diversos acontecimentos degradantes da moral humana: traição, prostituição, furto, adultério.
Com exceção de apenas uma cena ( a da puberdade de Pombinha) que é bastante onírica, a obra é permeada por cenas dedicadas a demonstrar a transformação moral dos personagens em detrimento do ambiente em que vivem- um cortiço.
Há, ainda, menção à exaltação da moral do povo português, enquanto o brasileiro é caracterizado como preguiçoso, cheio de vícios- "abrasileiramento de Jerônimo".
Enredo: João Romão, português, trabalhava de empregado para outro português que nunca pagara por seus serviços. Quando o português retorna para sua terra deixa para João Romão uma venda e um conto e quinhentos em dinheiro. Em seguida João Romão conhece Bertoleza, forja uma carta de alforria para a mesma, libertando-a do pagamento de vinte mil-réis e dinheiro. A partir daí João Romão passa a "administrar" as economias de Bertoleza.
João Romão comprara uma pedreira e ambicionava enriquecer, ao passo que construíra uma estalagem, "O Cortiço, com 95 casinhas, onde vivia gente de toda espécie-portugueses, brasileiros, italianos. Neste ambiente, os indivíduos vivem à mercê dos seus instintos, comportando-se, às vezes, como animais, comprovando a tese do Determinismo, ambiente de diversos acontecimentos degradantes da moral humana: traição, prostituição, furto, adultério.
Com exceção de apenas uma cena ( a da puberdade de Pombinha) que é bastante onírica, a obra é permeada por cenas dedicadas a demonstrar a transformação moral dos personagens em detrimento do ambiente em que vivem- um cortiço.
Há, ainda, menção à exaltação da moral do povo português, enquanto o brasileiro é caracterizado como preguiçoso, cheio de vícios- "abrasileiramento de Jerônimo".
# Confesso que esta releitura foi bem tranquila em relação a primeira vez que tive contato com a obra. Agora li como quem estuda a Literatura. E, aí? Já leu esta história?

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