O Tempo entre Costuras
Autora: Maria Dueñas
Editora: Planeta Como o tecer de fios, como o encaixe de retalhos, “O tempo entre Costuras” narra a história de Sira Quiroga, uma jovem costureira de 24 anos, que vivia em Madri no ano de 1936, filha de costureira e noiva na eminência do seu casamento. Até que por um golpe do Destino, seu noivo aconselha-a estudar para concurso e aprender a datilografar, visto que com a eminência de uma guerra, a profissão de costureira entrou em declínio. E foi na loja de máquinas de escrever- a Hispano-Olivetti-, onde Sira conheceu Ramiro Arribas, vindo a se apaixonar por ele, e em consequência disso abandona o noivo para viver sua paixão.
Nesse meio tempo, ela conhece o pai, um engenheiro rico que por medo de vir a morrer, em decorrência de motivos políticos, decide entregar uma pequena fortuna em dinheiro para a filha e um punhado de joias valiosas, a fim de garantir a vida da filha e de sua mãe, Dolores. Mas, Sira estava apaixonada, entregou o dinheiro nas mãos de Ramiro, foi embora com ele para Tânger, deixando tudo para trás, inclusive sua mãe. Entretanto, a paixão de Ramiro por Sira não era mais forte do que sua ambição por enriquecer e, por isso segue rumo a um novo projeto, deixando Sira, totalmente sem nada, levou todo o seu dinheiro e joias. Desesperada e grávida, a mesma embarca em um ônibus, do qual desembarca em Tétuan (Marrocos), onde na porta lhe esperava o delegado, Claudio Vásquez, com ordem de prisão, acusando-a de furto e por ter deixado dívidas no hotel Continental. Com o susto ela desmaia e perde o bebê, acordando somente no hospital. Após isso, o delegado arranja para Sira ficar numa pensão, considerando que a mesma não poderia retornar para Madri, por que o exército havia bloqueado o tráfego em virtude da Guerra Civil. Assim, Sira passa a viver no Protetorado da Espanha no Marrocos, no Marrocos espanhol, um espaço onde viviam espanhóis, árabes, indianos, ingleses, alemães.
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