domingo, 24 de novembro de 2019



*Razão e Sensibilidade, publicado em 1811, narra a história de duas irmãs- Elinor e Marianne-, a primeira dotada de razão e bom senso, a segunda, intensa e extremamente sensível. Ambas, ao mesmo tempo, descobrem a tristeza de um amor não correspondido, conduzido a diferentes desfechos no decorrer da trama.
Inicio, por assim dizer, que não é a minha obra preferida da autora. A trama demora bastante para se desenrolar e, há alguns personagens que não me cativaram tanto, como os Palmer, a Lady Middleton e Anne Steele. Entretanto, há de se ressaltar sobre as temáticas retratadas: questões políticas e econômicas da época. *Trata sobre a questão da herança, favorável ao sexo masculino, e que desprestigia as filhas mulheres;
*Casamentos arranjados por conveniência;
Temática central: sobre a aceitação ou não de quê uma mesma pessoa poderia se apaixonar mais de uma vez.
“Talvez, então, o desse como prêmio à pessoa que escrevesse a melhor defesa de sua máxima favorita, a de que ninguém pode apaixonar-se mais de uma vez na vida”.
E, para o desfecho, há algumas máximas provocadas pelo exacerbado orgulho da juventude, que podem se ver diminuídas:
“Marianne Dashwood nascera para um destino extraordinário. Nascera para descobrir a falsidade de suas próprias opiniões e para contrariar com sua conduta suas máximas mais queridas”.
Enfim, um típico romance de época, com temas bem clichês, mas que merece a devida atenção. Mas, e aí! Você já leu esse romance? Conhece a escrita da autora?
Venha conversar comigo sobre Jane Austen!

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